quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Nova York Versus Sydney

Os brasileiros gostam de dizer que a Austrália é um país amigável, e até os próprios australianos se atrevem a dizer que são um país que "inclui" todas as etnias numa boa.

A verdade é diferente. Veja aqui um australiano comparando Sydney com Nova York, outra cidade tida como desumana. Imagina se ele tivesse ido visitar o Rio de Janeiro ou Salvador...

Eis o seu relato traduzido livremente.

Nova York é muito grande e movimentada - mas o seu povo também pode ser surpreendentemente amigável.

Upper East Side, Park Avenue, New York (Alto Lado Oeste,
Avenida do Parque, Nova York)
Estou de pé na entrada de um hotel em Upper East Side, Nova York, e uma perfeita estranha me pergunta o que estou fazendo na cidade. Digo a ela que estou aqui para o memorial de meu pai e, um tanto enrubescida, ela me puxa para um abraço e diz: "Eu sinto muito pela sua perda".

Na noite seguinte, estou em um bar no centro e quando me levanto para sair, um homem ao meu lado me acena para parar. "Sua gola está torta", diz ele. "Você não pode sair assim por aí." E por um minuto mais ou menos ele endireita meu colarinho e ajeita meu casaco enquanto sua namorada olha a cena meio desconfiada.

Duas noites depois, meu irmão e eu entramos em uma lanchonete e ao caminharmos através da iluminação amarela fraca até o bar, um cara de aparência formal nos pergunta qual é a nossa banda favorita.

Bar SevenFive, NY
"Os Stones," meu irmão responde.

"Ah, qual é, cara?", ele retruca. "Os Beatles eram muito melhores."

E a partir dessa introdução, a conversa rapidamente salta para “O que vocês estão fazendo aqui? Quanto tempo vocês vão ficar? Venham conhecer minha irmã e seu namorado”. E como a noite vai caindo, seis outros grupos se reorganizam em torno do bar, regalando-nos com perguntas, convidando-nos para seus respectivos círculos, desejando-nos sorte, e no espaço de duas horas, meu irmão e eu recebemos mais gestos amigáveis de completos estranhos do que qualquer um de nós pode se lembar jamais ter recebido de estranhos em nossa própria cidade.

OK, então New York é o grande ponto de encontro do mundo, e talvez devêssemos sair mais em Sydney. Com a excessão de que saímos muito em Sydney mas não é nunca desse jeito. As pessoas nunca são tão solícitas, nem de coração tão aberto. Jamais tal combinação de calor, respeito e cortesia de pessoas que nunca vi antes. Seja nas calçadas, em elevadores, lojas, cafés, bares, restaurantes, lojas de departamento.

Do lado de fora, o tráfego está rugindo, o vento está cortante e o céu da cor cinza de um navio de guerra, mas em face de toda essa barulheira e a tenacidade da superfície úmida, no ar paira uma notável simpatia.

"Você é um cara bonito", diz o sem-teto lá embaixo, no East Village, depois de pedir dinheiro e receber, para o seu espanto, mais do que alguns dólares bastantes para resolverem seu problema." Oh, homem, você fez meu Natal. Você tenha uma boa vida, está me ouvindo?" E então ele me envolve em seus braços errantes e me abençoa, ali mesmo, na Bleecker Street.

Bob Dylan disse uma vez que Nova York era "uma cidade onde você podia congelar até a morte no meio da rua movimentada e ninguém notaria". Não há dúvida de que ainda é verdade. A vida é tênue para muitos. Mas em Nova York você pode sentir que pertence poucos minutos depois de chegar, enquanto em Sydney, pode levar anos até perceber qual é o seu lugar de direito. (Basta perguntar aos Melburnianos.)

Talvez seja a fisicalidade de um grande espaço urbano. Quanto mais bonita naturalmente, mais propenso é seu povo a uma certa fragilidade ou afastamento. Ou, talvez, é o senso de parentesco que aparece apenas por causa de uma terrível perda coletiva. De repente, há um reconhecimento de que a vida é instantaneamente perecível, e que todas as conexões têm um potencial sagrado.

Isso é o que senti aqui em Sydney nos breves dias cheios de flores em Martin Place após o atentado terrorista no Lindt café. Como um fac-símile pálido do 11/09, para falar a verdade, mas eram ligações forjadas na bigorna da destruição.

Eu suspeito que, no entanto, há algo mais em jogo, algo a ver com o espírito de um lugar e a maneira que nós nos sintonizamos com os outros de modo a sermos capazes de convidá-los – ou deixar de convidá-los – aos estranhos para dentro de nós.

Sydney, Austrália
Quando viajamos, sentimos este contraste mais claramente porque experimentamos um mundo novo lá fora. Quando testemunhamos uma lua crescente no outro lado do planeta, nós vemos a nós mesmos, e nosso próprio país, de forma diferente. Enxergamos promessas ousadas, novas possibilidades, a todo momento. Nos tornamos mais abertos para atos aleatórios de bondade.

No dia após o meu regresso a Sydney, encontro-me dirigindo em meio do tráfego pesado e vejo outro motorista prestes a tomar a minha frente. Buzino levemente e o motorista me dá o dedo dizendo "vai pra p... que te p...".

É quando eu sei que estou em casa.

David Leser é um ex-escritor de Good Weekend e autor de To Begin to Know: Walking in the Shadows of My Father (Allen & Unwin) Para Começar o Conhecimento: Caminhando nas Sombras do Meu Pai, indicado para o Prêmio Nacional Biogragia de 2015.

De Olho no Brasil

O Festival Cultural da Austrália tem por objetivo aprofundar os laços com o Brasil. Fonte AAP, 31/12/2015

http://www.sbs.com.au/news/article/2015/12/31/australian-cultural-festival-aims-deepen-ties-brazil

Australiano de Adelaide, Mark Bromilow, diretor da Companhia
Teatral Telhado de Ninguém em São Paulo
A Austrália vai ao palco no próximo ano em um grande festival cultural no Brasil pela primeira vez, que visa promover as ligações entre as nações antes dos Jogos Olímpicos .

Mark Bromilow diz que precisa ser forte dos nervos, como ele define, para tocar pra frente a construção de uma ponte cultural entre a Austrália e o Brasil .

Bromilow é o produtor executivo do mais recente festival 'Austrália Agora', que se realizará no próximo ano (1016) no Brasil pela primeira vez.

À frente de Jogos Olímpicos do próximo ano no Rio de Janeiro, a Austrália tem como alvo o Brasil para o grande festival cultural destinado a promover ligações e colaboração entre as duas maiores nações e economias do hemisfério sul.

Aí é onde entra Bromilow.

Nascido em Adelaide, a auto-proclamado produtor independente, diretor, escritor, tradutor , professor e não tão bom ator tem a tarefa de produzir um festival que lance uma luz incandescente sobre a cultura australiana para os brasileiros.

Bromilow, que trabalhou extensivamente na Austrália, Ásia, Europa e América do Norte e do Sul, tem se baseado em São Paulo nos últimos cinco anos, falando Português e entendendo a cultura brasileira e as formas de se fazer negócio como não poderia deixar de ser.

"Aqui as coisas são diferentes, então se prepare para esperar o inesperado", disse ele à AAP.

"Tudo no Brasil acontece no último minuto. Você tem que ter um bocado de controle dos nervos para lidar com esta forma de fazer as coisas no Brasil.

"Lembro-me que o cônsul-geral (astraliano) anterior em São Paulo, Greg (Willis), me disse uma vez "São Paulo não é para principiantes". E de um modo geral, o Brasil não é país para principiantes mesmo.

"Nós gringos... gostamos de ter as coisas organizadas com antecedência. Mas você tem que, tipo, re-aprender como deve operar quando está por aqui.

"Você ainda tem que ter o mesmo rigor... mas, ao mesmo tempo, você precisa ter uma certa tolerância para a flexibilidade, caso contrário, você fica louco."

Telhado de Ninguém: estória de duas pessoas que se abrigam no 
telhado de uma casa depois de uma catástrofe, algo bem comum 
na Austrália
Bromilow está finalizando o programa Austrália Agora para um festival intinerante nos próximos meses de abril e maio, com os anúncios a serem divulgados no Ano Novo.

Haverá shows e eventos em diversas cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Florianópolis, Belo Horizonte, do sul e do nordeste do Brasil e da Amazônia.

A tarefa de Bromilow é apresentar os brasileiros à cultura australiana em todos os sentidos da palavra.

A iniciativa do Departamento de Relações Exteriores e Comércio, gerido pela Embaixada da Austrália em Brasília, não é apenas um festival de artes.

"No período que antecede às Olimpíadas, a diplomacia esportiva é importante", disse Bromilow.

"Teremos também artistas trabalhando em zonas desfavorecidas, deixando legados na comunidade. Haverá moda, gastronomia, ciência e educação também.

Dançarinos das Ilhas do Estreito de Torres, Austrália
"É a cultura australiana no sentido mais amplo e a finalidade da nossa perspectiva é mostrar a Austrália como uma empresa inovadora, com visão de futuro, uma sociedade aberta, includente - que é um grande destino para turismo, investimento, educação e negócios, e também para intercâmbio cultural."

Além das sinergias óbvias do sol e do surf, Bromilow disse os brasileiros são intrigados com a cultura australiana.

"Eles são realmente interessados ​​em saber mais sobre a Austrália e estamos muito orgulhosos que a Austrália tenha escolhido focalizar o Brasil, é bem inovador, uma abertura para o projeto como um todo", disse ele.

"Se você disser à média brasileira: 'O que você sabe sobre a Austrália?', eles vão dizer, cangurus, praias e surf, e também arte aborígine.

"Eles conhecem Nicole Kidman, Hugh Jackman, Tim Cahill, AC / DC e Men at Work - mas só isso.

"Os brasileiros têm uma visão geral positiva, mesmo que limitada, uma visão do que é a Austrália. O objetivo do 'Austrália Agora' é ampliar e aprofundar essa imagem."

Arte aborígine na Austrália
Bromilow está confiante de que sabe que aspectos da cultura australiana "falam" aos brasileiros.

"Um deles são expressões da cultura aborígene e de Torres Strait Islander. Isso é algo que os brasileiros são fascinados, mas eles sabem muito pouco", disse ele.
"Esta vai ser uma característica do festival.

"Ao reconhecer a importância da cultura aborígene e de Torres Strait Islander através do festival, também estou esperando, de alguma maneira, incentivar os brasileiros a se tornarem mais abertos para os povos indígenas do Brasil.

"Música será mais um elemento-chave.

"A música é uma forma que é muito fácil de colaborar porque os músicos têm sua própria língua e, independentemente da linguagem verbal, eles conseguem se comunicar", disse ele.

"Assim, a música vai ter uma importância muito grande."

Gold Coast, Costa Dourada, isso é o que brasileiro quer conhecer
Circo, dança contemporânea, atividades interativas para crianças, comida, moda, excursões virtuais de arquitetura australiana, um cinema ao ar livre, esportistas - todos foram reservados para o festival.

Bromilow, buscando mais apoio de patrocinadores corporativos e governamentais na Austrália e no Brasil, disse que o país sul-americano foi escolhido por causa de sua crescente importância como potência econômica.

"Este é um programa cultural destinado à construção de pontes, porque a cultura é uma fantástica maneira de aproximar pessoas e costumes, e na verdade, muitas vezes trazendo empresas e governos juntos.

"É muito emocionante para mim estar conduzindo esta conexão em um nível cultural.

"Nós temos uma produção cultural incrível na Austrália, nós socamos muito mais do que nosso peso num saco. Eu não tenho problemas para encontrar uma grande coisa para trazer para cá bem como grandes artistas com quem trabalhar."

Bromilow disse que se sentia privilegiado por ser capaz de mostrar a Austrália em seu novo país adotado.

Cultura! O quê? Uai? Isso é tão gay... Reais Machos Australianos
(Piada com o Time Olímpico de Natação)
"É emocionante facilitar algumas oportunidades que eu acredito que vão ter repercussões não só no nível cultural, mas também espero que contribua com a construção de uma maior compreensão de quem nós somos como povo."

Meus Comentários


Como vocês vêem, a Austrália está interessada no Brasil por causa de "sua crescente importância como potência econômica". 

Eu falei por causa de "sua crescente importância como potência econômica"?

Ah sim, eu falei por causa de "sua crescente importância como potência econômica".

Mas falei mesmo por causa de "sua crescente importância como potência econômica"?

O Mark pensa que brasileiro se interessa pela cultura de Torres Strait Islander. Não sei onde ele foi buscar isso. Brasileiro nem sonha que existe tal coisa, e se ele souber como são discriminados os aborígenes de qualquer região australiana na Austrália, ele provavelmente vai pensar que tratamos de nossos índios muito melhor.

Festival ao ar livre em Canberra, Austrália
Sobre a Austrália ter excesso de cultura pra esbanjar, o lance é que praticamente todo mundo, todo morador, todo jovem, sonha em entrar para o showbiz. Quando a criança não dá pra nada na escola primária ou ensino básico, ela opta por "artes" ou esportes. Se por um acaso do raio que o parta ela pretende fazer universidade, vai tirar diploma de "artes". Porque arte é fácil, qualquer porcaria que você fizer vai ser diferente de todo mundo e vai ser bem embalada e festejada.

Não vou deixar de elogiar que aqui também se produz o estado-da-arte nos efeitos especiais do cinema internacional e atores ganhadores de Oscars, vamos ser justos.

Mas em termos de comida então, o Brasil dá uma surra cósmica, uma vez que a Austrália não tem tradição nesta área, apesar dos milhões gastos com dezenas de programas de TV sobre cozinheiros e cozinheiras feministas. Os pratos na Austrália costumam ter sempre o mesmo gosto insôsso e apimentado. Eles acham que pimenta é o que se conhece como "taste" (gosto).

Para quem não curte futebol, Tim Cahill é um jogador da seleção de 
futebol australiana, nascido em Sydney, trabalhando em Xangai e 
ganhando 3,5 milhões de dólares por ano, descendente de inglês de 
ascendência irlandêsa com samoana.
Já a arquitetura australiana é bastante bizarra. Provavelmente eles também tem muito mais a aprender com o Brasil do que vice-e-versa. Esta aproximação, caso ela realmente ocorra a partir desta programação, vai ser melhor para a Austrália do que o Brasil. O Brasil tem muito, mas muito mais coisas a mostrar, apresentar, ensinar aos australianos do que vice-e-versa. Trata-se do brasileiro se conscientizar disso, e aí é onde mora o lance. Brasileiro tem baixa auto-estima, se acha coitadinho, que não sabe nada, só pensa em depreciar o que tem e por isso vive babando estrangeiro.

Olha aqui outra prova de alguém de fora acreditando mais no Brasil do que os brasileiros que estão a fim de jogá-lo na lata do lixo, Nissan Começa a Fazer Novo Carro no Meio da Crise que Atinge o Brasil:


https://au.news.yahoo.com/a/30488617/nissan-to-start-making-new-car-in-crisis-hit-brazil/ 

Olha que carro!
A Nissan está para começar a fazer um carro novo no Brasil em plena crise. 5 de janeiro de 2016, Rio de Janeiro (AFP).

A fabricante de automóveis japonesa Nissan anunciou segunda-feira que vai investir $185.000.000 para produzir um novo modelo de carro 4x4 urbano no Brasil, apesar da crise econômica do país. 

"A Nissan vai construir um novo carro, o Nissan Kicks" em sua fábrica em Resende, a oeste do Rio de Janeiro, disse o chefe-executivo do grupo Carlos Ghosn. "É um produto local da fábrica de Resende e serão exportados a nível mundial a partir do Brasil", disse ele em entrevista coletiva no Rio. Ele disse que a empresa vai investir 750 milhões de reais ao longo de três anos na produção do novo modelo. 

É o Nissan Kicks exclusivamente brasileiro. Estamos voltando ao
tempo em que o Brasil produzia automóveis exclusivos. Mas que
crise, hein?
Ele prevê que o investimento criará 600 postos de trabalho na fábrica de Resende, que foi inaugurada em 2014. O Brasil está em uma recessão e uma crise política. Ghosn disse que o mercado de automóveis encolheu por um trimestre do ano passado. Disse que 2015 não foi um ano bom para o Brasil, mas a Nissan tinha, no entanto, ampliado sua participação no mercado, mesmo com as vendas mais baixas. 

"O Brasil ainda é parte fundamental da estratégia da Nissan e temos grande fé no potencial do mercado brasileiro."

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Schutz Schuta de Novo

Psicografia de Alfred Schutz em 16 de novembro de 2015        

Filhos e Filhas deste Plano Físico 

É com muita Alegria que a nossa mensagem se propaga para que haja uma compreensão mais ampla dos tempos que vivemos na atualidade. A transição planetária também acontece no nosso plano espiritual, então, há filas de espíritos querendo uma última chance para que possam ter merecimento para viver numa Terra regenerada! 

Queridos, vocês não tem ideia o quanto vale a pena estar encarnado, pois muitos de vocês se não estivessem no corpo abatendo seus karmas, provavelmente, já estariam em translado para um Planeta mais primitivo. 

Enquanto vocês sofrem com seus pequenos problemas egoístas, há uma convocação do Plano Espiritual para que saiam do marasmo agora mesmo! Eu tenho presenciado na Equipe na qual trabalho em minha Colônia as prestações de contas dos recém desencarnados e, infelizmente, vejo grande parte dos recém desencarnados, sendo notificados que farão parte de uma humanidade primitiva! 

A Boa Notícia que vos trago é que se houver mudança a curto prazo, faremos a nossa parte em acelerar o seus processos evolutivos, ou seja, ajudaremos na melhora da postura e da qualidade de vida de cada um. 

Conforme já disse, não venho com respostas prontas, típicas dos autores encarnados que vendem livros de autoajuda. Queremos um compromisso firme e decidido, aonde vocês façam a sua parte para se livrarem do sentimento de culpa, ressentimento, autopunição e dos pensamentos viciados e repetitivos! 

Terra cheira bem, fragância de madeira
A divisão de tarefas vem com a distribuição das responsabilidades. Quem se esforçar obterá ajuda, quem ficar parado ou querer apenas se vitimizar, ficará em sintonia com os desencarnados involuídos. Não prometemos facilidades ou favores, pois as promessas feitas sem um acordo entre partes conscientes e ativas, é um pacto maligno na qual se paga com a Alma. 

A terra está no início das dores, já que as bases que sustentam a civilização materialista precisam ruir! A percepção de progresso sempre baseado na mentira e numa certa encenação entre as pessoas, precisa sofrer uma mudança de paradigmas. A atual humanidade é um jogo com dados viciados que só mudará com conflitos e crises significativas. 

Caiam na real, os atuais detentores do Poder cairão com muita violência, mas eles são bastante agressivos, agindo na surdina em prejuízo do coletividade! Seria fácil, eu lhes falar para rezarem pela Paz para que a violência seja atenuada, mas quero que vocês se preparem para a reconstrução porque a humanidade com seu materialismo será abalado, inexoravelmente! 

Se antecipem em atitudes da Terra regenerada, sendo tolerantes, humildes, misericordiosos e simples. Sejam mais objetivos e não usem modos de agir teatrais num espetáculo triste em querer mostrar aquilo que não são! Parecer e não Ser, eis a fenomenologia da espiritualidade inferior. 

O Poder Político das ditas democracias sofrem infiltração do narcotráfico, indústria de armas e farmacêutica sempre a fabricar novas doenças! Afinal de contas, o Estado Islâmico faz ataques com armas modernas fabricadas nos países desenvolvidos! Uma onda de barbárie medieval se abaterá sobre as Nações mais desenvolvidas. O Brasil passará a próxima década apurando a corrupção que devastará a classe política em geral. 

As Nações Unidas do Hemisfério Sul já são uma realidade no Plano Espiritual e, caberá ao Brasil a sua Liderança! Não fujam dos problemas, aprendam a resolvê-los sem tanto drama e com mais ânimo. O recado de hoje é simples: quem encarar com disposição suas carências existenciais terá milhares de dádivas com karmas atenuados no futuro. Uma nova era será composta por homens e mulheres que saibam inovar diante dos desafios. 

Recebam o abraço deste sociólogo no Plano Espiritual que lhes quer Bem, Alfred Schutz".

Enviado por Generosa Barcelos, Psicografia da FEESP (Federação Espírita do Estado de São Paulo)

Sem Pânico Nem Vela

Brasil, Não Entre em Pânico. O Capitalismo Tem um Problema Crônico

Por Bruno de Oliveira, 07 de janeiro de 2016 (minha tradução livre)

O capitalismo está caindo pelas tabelas em todo o mundo, não apenas naquele país sul-americano, argumenta Bruno de Oliveira.

O que você não pode fazer com uma foto aleatória...
A edição da revista The Economist de janeiro 2015 construiu um cenário catastrófico de derrota econômica do Brasil. O discurso é que tudo será melhor para os ricos se medido de cabo a rabo por sua eficiência na produção de lucro.

O ponto sobre o qual alguns estão em negação absoluta é que esta é a hora de começar tudo de novo: isso quer dizer, não entre em pânico porque o capitalismo tem um defeito crônico.

O caso do Brasil é indicativo de que os maiores problemas globais não desapareceram ainda, tais como o neo-imperialismo.

O discurso do The Economist cria um dilema para o Brasil. Se o país deve continuar a concentrar o seu esforço e recursos para melhorar as vidas das pessoas comuns ou se deve unir-se ao problema endêmico de Wall Street.

Nos últimos 13 anos o Partido dos Trabalhadores (PT) de inclinacão centro-esquerda conseguiu significativa mudança social para as pessoas comuns no Brasil.

Em primeiro lugar, reduziu a pobreza de 76 por cento. O Banco Mundial chegou a informar sobre a significativa realização do Brasil em 'Reduzir a Pobreza: Uma Nova Lição do Brasil para o Mundo".

Mundo Sem Probreza, Patrocínio, Brasil

Além disso, a organização observou que "De acordo com esta filosofia, o gigante sul-americano criou o primeiro centro global para a redução da pobreza, Mundo Sem Pobreza (World Without Poverty), o que efetivamente irá se transformar num mercado de idéias e experiências na aplicação programas para beneficiar os cidadãos mais desfavorecidos.

Além disso, "O ponto de partida e inspiração para este esforço é o mais bem sucedido Programa brasileiro de todos os tempos: o Bolsa Família, que em sua década de implementação conseguiu reduzir a pobreza pela metade no Brasil (de 9,7 por cento para 4,3 por cento), graças a seu amplo alcance e cobertura - cerca de 50 milhões de brasileiros de baixa renda, ou um quarto da população total.' Dos titulares do cartão Bolsa Família 93 por cento é mulher, causando uma alteração perceptível na vida das mulheres que vivem em áreas rurais, de acordo com uma pesquisa realizada pela Unicamp.

Também é importante mencionar que a UNICEF informou que a mortalidade infantil caiu em 70 por cento no Brasil.

O artigo do The Economist deve concentrar-se em destacar que o capitalismo está degenerando em todo o mundo e não apenas no Brasil.

O que vai cobrir as edições futuras? A queda da Grã-Bretanha, a queda da América, a queda da Mercado Comum Europeu? Ou será que vai colher outros determinados países como se fossem cerejas?

No livro SOS Alternatives to Capitalism (Alternativas para o Capitalismo), Richard Swift investiga alternativas ao capitalismo, incluindo o socialismo, anarquismo e ecologia profunda.

Devemos mais é estarmos à procura de alternativas viáveis ​​para um sistema arcaico, arbitrário e degenerando. 

Nós deveriamos estar discutindo sistemas que não são baseados na exploração ou no objetivo irrealista de discutir crescimento infinito bem como o sistema de classes e castas. Devemos estar à procura de alternativas para os remédios neo-coloniais dos problemas econômicos.

Segundo a revista, a meta central deve ser pensões que subiram por quase 90 por cento em termos reais ao longo da última década. As mulheres geralmente se aposentam quando estão com 50 anos e os homens param de trabalhar aos 55 anos, quase uma década mais cedo do que a média da OECD (um clube de países na maior parte ricos). O governo do Brasil paga quase 12 por cento do PIB para os pensionistas, uma parcela maior do que o mais velho e mais rico Japão. Parece que a mensagem central do artigo era de que a gente simples, incivilizada e preguiçosa do Brasil devia adotar a tradição dos homens civilizados e deixar as pessoas comuns morrerem de fome ou trabalharem até a morte.

O Brasil é um país administrado para trabalhar para as massas, um sistema que funciona para as pessoas ordinárias, comuns e não apenas para os poucos ricos. Como foi observado pela edição do New Internationalist em Julho 'O principal vilão da peça é o nosso sistema atual, que está empenhado em incrementar o crescimento baseado na destruição ecológica e na manutencão dos níveis de desigualdade social inimagináveis ​a apenas 30 ou 40 anos atrás.'

A administração da presidenta Dilma Rousseff tem problemas para lidar mas Rousseff não é a única administração com problemas significativos no mundo. Não é o Brasil nem qualquer outra nação que está a cair, mas é o sistema que está em seus últimos dias, como foi observado por economistas de prestígio como Thomas Piketty e Ha-Joon Chang. É hora de começar tudo de novo: não caia em pânico, o capitalismo tem um problema sério sem solução, mas não lhe vão dizer nunca qual é.

Dezembro de 2015, Edição 488

http://newint.org/blog/2016/01/07/brazil-capitalism-has-an-unfixable-bug/

Tampa

Não se trata do bairro brasileiro na Flórida que tem um parque paradisíaco para onde todos vão passear como enxames de abelhas.

Toalete iPoo (se pronuncia áipú) da Apple, na concepção do artista
Milos Paripovic, só para quem tem iPhone (se pronuncia áifón),
para quem não é bem dotado.
Quando nos mudamos para um prédio novo no trabalho, o mictório público para homens é do tipo coletivo, ou seja, não é como aqueles que são louças separadas, uma para cada mijão. Ele é do tipo uma canaleta de 5 metros pra todo mundo junto, o paraíso dos bem dotados. Por conta disso, a urina respinga pra todo lado e, no meu caso, estava sujando meus sapatinhos de minúsculos pingos, me obrigando a limpá-los de vez em quando.

Ora, detesto limpar sapatos e quando eles se sujam, jogo fora (brincadeirinha). Furioso com este tipo de toalete barato e ridiculo que me obrigava a olhar pro meu sapato, resolvi que só tiraria água do joelho nos vasos sanitários dos boxes, e foi isso o que passei a fazer e nunca mais tive que limpar meus sapatos. 

Toalete masculino estilo bibelô que não respinga e você pode até
evitar maus olhados...
Sei que provavelmente gasto mais água porque dou a descarga individualmente, enquanto a descarga que limpa a canaleta é automática e jorra água quando quer, mas não sou eu quem pago a conta da água, ela deve ser reciclada, tem descarga curta e descarga longa e assumo que se eventualmente eles pagam mais, é porque economizaram nos mictórios, então é bem feito. O outro tipo de mictório estilo bibelô não respinga, é individual e bem mais privado, mesmo não tendo separações entre si, que seria o ideal, só para evitar o que todo homem conhece... os espiões constrangedores da NSA, ou melhor, da GLBT...

Novos banheiros para todos os gêneros
Afinal, não existem toaletes para gays, e também as mulheres não deixam os homens usarem seus banheiros só porque eles se dizem gays, e se não forem? Por outro lado é um constrangimento para eles e para nós, utilizarmos o mesmo banheiro. 

Eles deviam ter seus próprios banheiros... pensando bem, ia ser pior... então vi na internet uma novidade chamada banheiros mixtos, ou seja, pra todo mundo. Maravilha, se ficávamos constrangidos com os alienígenas no nosso banheiro quando detectávamos suas presenças (porque tem muitos que são indetectáveis, então não tem problema), agora ficaremos ainda mais constrangidos ao sermos misturados com mulheres. Não nessas horas das merdas feitas...

Enfim, o motivo deste post era bem mais simples, mas minha prolixidade me fez aumentar o texto que não acaba mais.

O motivo era a tampa da privada.

Isso porque, desta vez em que fui ao toalete, lembrei-me de novo da minha atitude com relação à tal malfadada tampa. Como descarrego o líquido no vaso sanitário do banheiro público masculino, me aproveito para não fazer nada com a tal maldita tampa da privada. Faço questão de deixá-la arregaçada, embora quase sempre a encontre coberta. Ora, arregaçada porque? Não somos mulheres.

Atualmente existe uma verdadeira guerra entre os sexos por causa da maldita tampa da privada, fora os outros milhares de motivos que todo mundo inventa por aí. Mas este tal motivo da tampa é o que mais me deixa indignado. Ora, porquê temos que baixar a tal da tampa só por causa das mulheres na casa? Elas não têm mão? Não podem baixar quando quiserem não? E porque não exigimos que elas levantem a tampa para nós? O que elas tem de melhor do que nós (psicologicamente falando)? Este assunto tem até feito casais se separarem na Austrália, vocês acreditam?

O sonho das mulheres frívolas
Na minha casa resolvi topar a baixada da tampa, mas meu motivo é simplesmente estético e não para satisfazer as pessoas do sexo feminino. Por acaso eu as satisfaço como efeito colateral. Para uma visita, é melhor ver tudo arrumadinho do que enxergar logo aquele buraco cheio d'água, mesmo que esteja limpinho, este é meu motivo.

Mas num banheiro público masculino me recuso a fazer isso para os outros machos. Afinal eles são machos ou não? Diz-se que costume de casa vai à praça, então nesse caso seria o costume da praça vai à casa, mas não foi. Para os machos é muito mais fácil urinar na boca aberta da privada pois geralmente é larga o bastante para quase todos os tipos de esquichos, então já deixo preparada para o próximo ocupante.

Olha o charme deste toalete individual caseiro
O problema é que o próximo ocupante pode querer fazer outra coisa dentro daquele cubículo, então ele vai se enfezar de encontrar tudo levantado (as tampas!). Mas se enfezar porquê? Que abaixe as tampas e tudo mais. 

Certa vez encontrei um bilhetinho muito cretino e arrogante na porta do banheiro dizendo mais ou menos assim: Pare de fazer pipi na privada porque você já está crescidinho e está deixando uma sujeira medonha pros outros. Você sabe quem voce é, seu cachorro mal lavado, portanto vê se adquire hábidos de gente decente e pára de esculhambar com a vida dos outros. Você está deixando tudo pingado e o chão todo melado e grudento, as paredes e a própria bacia, com tampa e tudo, tudo mijado. Tome jeito seu cabra.

Não sei a quem se endereçava e nem quem havia escrito a grosseria, mas me senti ofendido mesmo tendo imaginado que fosse reclamando de alguém que tinha o hábito de sujar tudo, que não sou eu. Ora, nunca sabemos quando vamos sujar mais do que o normal, todo homem sabe disso. O troço lá embaixo costuma ter vida própria e não só pensar por si próprio, agir por si próprio, como também direcionar pra onde ele achar que deve sem nos perguntar. 

Pior ainda se o cara é gordo que nem sequer consegue enxergar o que está fazendo, fico imaginando pois com a minha barriguinha de chopp já chego a ter estes problemas de invisibilidade crônica, imagina se pesasse 150 quilos? Suponho que também muita gente deva ter problemas de design, desvios, estilo, envergadura, capuchinhos, quem pode imaginar? Estas pessoas então seriam as melhores candidatas a utilizarem o quartinho, sem falar nos gays cuja preferência é universal por óbvias razões de auto-proteção ou auto-controle evitando se arriscarem a sairem do toalete com o nariz quebrado e o dente sangrando.

Mictório de bois, no mundo perfeito, todos são iguais e não se
constrangem uns com os outros; aperta aí que cabe mais um.
Imagina um gordinho que tem que procurar a ferramenta no tato, certamente que ele não gosta da parada dos dotados.

Os velhos flácidos que não urinam mais tão uniformemente também podem ter motivo pra se esconderem, além daqueles com doenças, em tratamento com urinas coloridas, jatos intermitentes, ou com problemas fisiológicos. E o que mais eu não posso imaginar aqui, sem sequer falar nos desabilitados fisicamente, pois estes felizardos por um lado, tem seus próprios banheiros geralmente em toda parte de um país civilizado.

Resolvi colocar uma resposta na parede, e disse, tá reclamando do quê? Você é pago pra limpar então cala boca. Você sabe se o usuário não tem algum problema? Respeite-o.

No outro dia tinha outro bilhetinho dizendo, não sou faxineiro, sou usuário como você, e no terceiro dia o cara se mancou e retirou tudo, ou a polícia.

E por falar em país civilizado, tem país que não é civilizado o bastante e mesmo o sendo, ainda pode guardar muitas coisas tradicionais do passado de suas culturas. Uma destas coisas é o tal mictório de cócoras, como os dos asiáticos. Jamais passei pela experiência pois banheiros de hotéis são estilo ocidental, mas já andei estudando como fazê-lo quando chegar este dia, se chegar. Como fazer igual aos asiáticos? Este é um problema sério, só para quem tem pernas finas.

O chuveirinho das nuvens
Eles têm que se agacharem sobre um buraco no chão. 

Fácil para as mulheres de saias, mas os homens tem que abaixar as calças e se acocorarem ainda com as calças, caso contrário têm que tirar tudo e pendurar em algum lugar, o que toma muito tempo e é bem diferente do que simplesmente abrir aquela janelinha e deixar o animal olhar o mundo, uma das invenções mais bem boladas do mundo e que não têm nenhuma conotação sexual...

E daí que tudo é feito de cócoras como sapo, tudinho. Em outras culturas usa-se um chuveirinho estilo bidê de antigamente para as mulheres a fim de limpar as partes. Ora, nunca usei tal coisa e fico imaginando o que sentiria a partir daquela cosquinha (de cócegas) lá embaixo... Talvez aquilo vicie...

Toalete com música pra você não sair mais e ficar paciente. Por isso
é comum no Japão haver filas pacientes para toaletes... é
conspiração dos médicos para os clientes pacientes desenvolverem
hemorróidas e eles terem mais pacientes...
Pesquisando sobre este assunto meio escatológico, descobri um monte de coisas que não interessam, mas algumas foram curiosas.

Como os aparelhos sanitários japoneses cheios de eletrônica e botões para tudo, até para ouvir música.

Também descobri alguns toaletes de design arrojado e moderníssimo.

Do Japão, achei até descrição em Português.

O primeiro botão, com o desenho de um quadrado (止), não é para você fazer popô quadrado, significa Pare, ou seja, serve para interromper qualquer função que tenha acionado, mas não suas próprias funções, não se preocupe. 

Toalete eletrônico; este não tem música
O segundo, cujo desenho lembra uns seios mas na realidade são nádegas (おしり) direciona o jato de água para trás, e o Bidet (ビデ) com a mulher flutuando é usado com mais frequência por elas mesmas, já que o jato de água é direcionado para a parte frontal, evitando que a mulher se contamine a si própria, sempre de frente pra trás, segundo ouvi falar...

Já os botões de + e – ou escritos com caracteres japoneses não é para enlarguecer o toalete para pessoas gordas, ou estreitá-lo para pessoas finas (como diz meu filho, pessoas "thin", magras), servem para definir a pressão do fluxo da água que vai lhe lavar por baixo. Quanto mais forte, mais agradável, suponho.

Às pessoas gordas não é aconselhado visitar a Ásia...
Em alguns ainda tem o botão Dry, que quando apertado, solta um jato de ar frio, para a secagem rápida das partes íntimas, que também deve servir para torar aço. 

Mas uma das melhores características dessas privadas e que chamam muita a atenção dos estrangeiros, são os seus assentos que se aquecem no inverno.

Dizem que são facilmente encontrados em shoppings, restaurantes, estabelecimentos gerais e até em casas japonesas.

Que figura é essa, meu? Homem ou mulher? E a tampa fica batendo,
abrindo e fechando, abrindo e fechando, com o toalete em curto
circuito, esquichando pra todo lado. Toalete, de uma figa, isso é
assédio sexual, resolva-se, olha aqui pra você, enxergou?
Que calor sente-se aqui, vem, senta aqui, quem não gosta de sentar no quentinho, dizem estes toaletes...

E agora, para resolver os problemas dos casais, inventaram algo importantíssimo: o toalete que identifica homens e mulheres e abre ou fecha sua própria tampa de acordo. Quem criou deve ter sido um católico cansado de tanta separação conjugal...

Mas como nada é perfeito, tais toaletes não identificam travestis porque a identificação é pela aparência externa e não interna. É uma pessoa volumosa, é homem.

Por favor, não deixem o toalete louquinho, vistam-se direito e nos conformes. Se o toalete tem música, pode se conectar com a internet. Conectado com a internet ele pode ser hackeado como andam hackeando aparelhos eletrônicos de hospitais. Toaletes podem matá-lo no futuro.

E se o menino ficar curioso?

Bem, este mictório mais baixo é para homens baixinhos. O que aconteceria se um menino ficasse curioso, como você reagiria? Ele pode lhe processar, faz que não vê e sai de fininho que não vai dar pra fazer o que você pretendia fazer... urinar, mentes poluídas.

E onde está a espiritualidade neste post?

Bem, casais que se separam por causa de tampas de toalete não se amam. Mulheres podem exigir dos homens levantarem alguma coisa mas não as tampas de aparelhos sanitários. Elas não têm mais direitos do que os homens e mesmo nas catástrofes elas acham que é discriminação a frase "mulheres primeiro". E quanto ao preconceito, este está sendo herdado pelos "smart" toaletes na hora de identificarem os gêneros dos usuários.