quarta-feira, 22 de março de 2017

Boicote à Globo

Recebi uma mensagem interessante chamada "Boicote à Rede Globo" pelo WhatsApp.

Ora, por tantos outros motivos muito mais importantes, ninguém envia tal coisa, mas por um dos motivos talvez dos mais bobos, o povo se eriça todo feito echidna (porco-espinho em australiano).

Bem, o motivo não é tão bobo assim, mas torna-se bobo quando comparado à promoção de um golpe político e o apoio à destruição e roubalheira nacional pintada nas cores pelo avesso.

Vejamos primeiro a mensagem, para depois eu dar o meu glorioso depoimento sobre este assunto que é realmente polêmico, se é que já não escrevi sobre ele, é que ando meio esquecido, sabe como é, cabeça cheia de coisas e não sou computador pra gravar tudo, estando a caminho do mal de Alzheimer (esquecimento senil) - não, ainda não estou mas vou me preparando psicologicamente...

Boicote à Rede Globo

A próxima novela das 9, "A Força do Querer" da autora Glória Perez, terá na sua trama uma criança de 3 anos de idade interpretando um "transexual."

Só pra começar, pense:
  1. Na confusão da cabeça de uma criança com 3 anos para interpretar esse papel, pensou? 
  2. No nível de consciência que os pais dessa criança têm para expor a mesma a algo dessa magnitude? 
  3. Qual o objetivo da rede globo com tudo isso?
Respondo:
  1. Essa criança terá sérias complicações na sua formação, com conseguência inimagináveis. Isso é um crime!.
  2. Esses pais são completamente irresponsáveis, creio que ignorantes, para não chamá-los de criminosos. Haja visto o que estão submetendo a própria filha a passar.
  3. Evidente que o desejo da Globo é implantar a Ideologia de Gênero e continuar pervertendo a sociedade brasileira com grande ênfase.
Eles não desistem e não vão desistir enquanto o povo brasileiro der IBOPE para novelas e programas desse nível na qual a Rede Globo é a maior promotora.

Pare de assistir à Rede Globo, pois com o seu IBOPE eles estão investindo para destruir a nossa cultura e implantar uma nova completamente pervertida e funesta!

  • Basta Rede Globo
  • Basta Ideologia de Gênero
  • Basta Feminismo
  • Basta Aborto
  • Basta Depravação
  • Basta Manipulação do Povo
  • Basta Notícia Distorcida
  • Basta Violência
  • Basta, basta, basta!
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Glorioso Comentário

Bem, no final deste texto acima tem os outros motivos muito mais importantes pra se deixar de assistir a esta locomotiva de propagandas fantásticas e imagens estonteantes, que eu pintei de azul. Um vício difícil de controlar, convenhamos... afinal, quem não gosta de se divertir com as famosas, tradicionais e extraordinárias novelas da Globo? Já fui espectador de algumas escolhidas a dedo (pela minha esposa) no passado.

Anteontem, por "coincidência" (entre aspas porque coincidências não existem), assisti a este documentário sobre crianças transgênicas, digo, transgêneras chamado "My Transgender Summer Camp (Trans Kids Documentary)" (Meu Acampamento de Verão Transexual - Documentário Sobre Crianças Transgêneres), em Inglês, na TV do governo australiano. Minha mulher ia passando e disse, quanta menina! Falei que não eram meninas, eram meninos. What?


Não é a primeira vez que documentários do tipo são transmitidos pela televisão multi-cultural SBS do governo australiano, já assisti a vários outros programas elucidando (ou denunciando) os casos, e estou sabendo de cada coisa, meu senhor... tu tá curioso, né?

Bruce Jenner mudou de sexo e hoje é a estonteante Caitlyn Jenner.
Não é bem assim a estória. Bruce, atleta de sucesso e ator de
Holywood, hoje com 68 anos de idade, casou com uma família que
lhe ofuscou e emasculou completamente, a família Kadashian. Já
que aquele negócio não servia mesmo pra nada, resolveu tirar fora,
dar pro cachorro e promover um golpe publicitário magistral que o
levou de volta ao estrelato, dando uma rasteira monumental na sua
mulher famosa. Intrigas de família...
Foi dessa forma, navegando através dos canais de TV australianos em busca de algo pra assistir, como faço regularmente nas noites dos fins de semana, que tomei conhecimento do assunto, porém o que mais me chocou foi a novidade da moda, aplicar injeções nas crianças que estão chegando à puberdade para atrasar-lhes o desenvolvimento sexual que definiria seus corpos como de um sexo ou de outro, particularmente nos meninos a fim deles não engrossarem a voz, crescerem pelos ou pomo-de-adão, detalhe este muito valorizado na raça caucasiana por estarem sempre presentes e pronunciados nos pescoços dos homens. 

Bruce Jenner, aquele bruta macho medalha de ouro Olímpica de Decatlo, o esporte mais desafiador da atualidade, marido de Kris Kadashian, tratou logo de serrar o dele antes de se transformar na caitita Caitlyn Jenner, capa da revista "Feirão das Vaidades" (Vanity Fair).

Submeter as crianças a este atentado à saúde delas é no mínimo inocência de pais que se dizem politicamente corretos mas que na realidade são submetidos às vontades imperativas de seus filhos a quem não conseguem dizer não e muito menos dominar com suas maturidades ausentes, impor limites, enfim, orientá-los desde bebês. 

Os pais de hoje estão cada vez mais assim. Começa que não podem sequer dar uma palmadinha nos reizinhos, porque se alguém ver, é capaz de denunciá-los à polícia que é capaz de prendê-los, causando muito mais mal à criança, mas quem é mesmo que está preocupado com as crianças, não é mesmo? Afinal, o que são crianças senão propriedades? É assim que pensam muitos pais "capitalistas" sob um discurso de proteção.

Ainda não ficou claro para a justiça do primeiro mundo que crianças são propriedades, mas animais de estimação já são. No episódio 5 da primeira série australiana de Newton's Law (A Lei de Newton, sobre a advogada procuradora Josephine Newton, atriz Claudia Karvan, http://www.abc.net.au/tv/programs/newtons-law/) uma ex-exposa resolve processar o ex-marido, chefe de Newton, por ter ficado com o cachorro na separação. 

Seriado australiano A Lei de Newton
Ela perderia o caso porque, para a justiça australiana, animais de estimação são propriedade, não interessando nenhum grau de apego emocional a eles, o que importa é quem paga suas contas (alimentação, veterinário, etc). 

No caso era o ex-marido. 

Para não ficarem sem saber no que deu o episódio, no confrontamento final a advogada australiana desta série que aprendi a respeitar profundamente por vários motivos, entre os quais a expontaneidade de como a cultura australiana tem sido retratada antes que criticada, levanta que o motivo da ex-mulher processar não era pela posse de um cachorro que não queria desde o princípio, presente do ex-marido, mas porque ele estava associado a grandes traumas que se abateram sobre o casal com referência a crianças nati-mortas, o que acabou por separá-los, mesmo os dois ainda se amando, o que fica provado no final feliz, com o reencontro e então a partilha do cachorro no meio, metade para cada um (esta parte é adição minha pois não havia açougueiro no filme!).

Pai, quero ser mulher, tá? Claro, filho, claro... filha, você manda
docinho, desculpa, quer um chichete?
Minha opinião (que um amigo jornalista de Brasília critica muito pelo que qualifica como meu blog sendo apenas "opinião", ou seja, sem credibilidade, ao que retruco ser assim mesmo, cujo objetivo é ensinar a pensar e não seguir cegamente as provas dos cientistas blindados espiritualmente em quaisquer áreas) é a de que, pra começo de assunto, uma criança só acha que pertence ao outro sexo porque seus pais nunca lhe disseram a qual sexo ela pertencia. Oh! Ihh, esqueci meu docinho, me desculpa.

Minha vivência de pai e estudioso das relações pai-e-filho me provaram que é simples assim. Chega pro pimpolho, mostra o pinto (do pimpolho) e diz, tu é macho, cara. Não, não, não fala assim que é homofóbico e ele assusta, fala "tu é homem". Tu é do sexo masculino. Fala qualquer coisa, contanto que fique claro para ele. 

Isso antes dos 4 anos de idade, porque depois disso não tem mais jeito. Estou exagerando mas, quanto mais o tempo passar, mais difícil vai ser tua tarefa de pai e vai chegar a um ponto em que será melhor desistir, relaxar e gozar. Você também pode escolher botar o filho ou filha pra fora de casa mais tarde, queimar seus pertences, e fingir que nunca teve filho na vida, é sua escolha, beócia como for. Pensa que vai tapar o sol de Deus com a peneira do diabo, mas só vai adiar a queimadura e o câncer de pele...

Festa da peneira
Uma vez que você, pai ou mãe, não fez nada, o jeito é engolir que sua criança resolveu peitá-los, desafiá-los empurrando os limites a fim de se imporem como representantes do sexo oposto, mas que audácia. O documentário mostra como as crianças australianas sabem se fingirem de inocentes enquanto matam os pais na unha. Elas podem não aprender com os pais a serem do sexo deles, mas cedo aprendem o que é hipocrisia. Você jura que aqueles rostinhos angelicais são realmente de anjos... elas já nascem artistas de palco. Sério, quer ver? Vem cá...

Eu diria até que a criança, coitadinha, não tem maturidade nem para examinar o que tem no meio das pernas, já que ela não sente nada ali (e suponhamos que não foi uma daquelas abusadas sexualmente quando bebês, porque aí a porca torce o rabo, como no filme Precious - você acaba amando esta gordinha).

A criança então vai mais pelo emocional. Se ela gosta mais da mãe do que do pai, e é um menino, ela não sabe que está começando a se identificar com a mãe se a mãe ou o pai não lhe disserem nada, "com medo de interferir". Então elas crescem se enganando a si próprias, coitadinhas, por culpa dos pais, ainda mais numa sociedade que incentiva e acha uma gracinha. 

Por exemplo, mal pusemos o pé na Austrália e imediatamente professores e diretores vieram nos dizer que nossa filha era "tomboy". Achamos graça, e provavelmente era porque ela não era nem meiga nem submissa, e odiava roupas cor-de-rosa, um padrão australiano obrigatório para meninas feministas, contraditório como você possa imaginar, mas o recado era para nós irmos nos acostumando a termos uma filha lésbica. Levamos uma década para sacar isso...

Estereótipo do Tomboy ou menina masculinizada
A previsão deles não deu certo, mas se fôssemos outros pais, ou pais australianos, dalí em diante passaríamos a tratar nossa filha como homem, e provavelmente ela se tornaria mesmo um homem, depois de uma infância e adolescência pensando que era, por indução da escola e dos próprios pais. Ou então, seríamos outros tipos de pais que a forçariam a usar cor-de-rosa, causando-lhe revolta e provavelmente fazendo-a assumir o que não era só para nos provocar ou desafiar. Deu pra perceber a jogada, ou percebeu sem dar mesmo?

Já mencionei aqui no blog (disso eu me lembro) o caso de um pai que vestiu saia pra levar o filho à escola porque o menino mandava nele, digo, para defender o direito do filho ser mulher, digo, para ser politicamente correto, digo... ah, o menino queria porque queria usar saia, meu, e, bah, decidam por vocês mesmos o que quiserem "achar" porque eu já achei. Para mim aquela foi a pior atitude que tal pai poderia ter tomado na vida, e vamos ignorar que ele também queria se tornar "viral" no Youtube, mas temos que convir e levar em consideração como é a sociedade destes países abastados (ou seriam "abestados"?) como a Austrália.

Jennisms, seja lá o que for isso... mas o diadema
era assim, só que com vassourinhas farfalhantes
nas pontas
Minha chefa, por exemplo, brincando como quem não quer brincar, chegou a sugerir esta semana que ia estabelecer que cada um da equipe usaria um diadema amarelo com orelhinhas de coelho coroadas com vassourinhas chacoalhantes em rodízio, em meio a uma reunião informal com muito bom humor. 

Respondi-lhe imediatamente que ia pedir demissão porque não tinha "assinado" aquele contrato. Vixe, que nordestino grosso!

Fui categórico (curto e grosso) porque a estas alturas do campeonato, conheço a sociedade australiana e tenho certeza de que a "brincadeira" tinha tudo para se tornar realidade e "pegar" por causa do "espírito brincalhão" do australiano que haveria de acatá-la só por farra e para fazer graça, mas na verdade trata-se da submissão dos homens às suas mulheres feministas e à justiça que as acoberta a esse ponto de zombar deles publicamente. 

Mas pra mim não tem graça desmoralizar os "blôques" meus "mêites", portanto, na minha visão de machismo herdada da cultura brasileira, e convenhamos, nesse ponto eu ainda me orgulho de ser brasileiro machão, uma brincadeira deste tipo faz parte da agenda extremamente feminista imposta à sociedade australiana desde os anos 80. 

Poder da mulher e objetificação do homem, ou força física contra
força da lei, na sociedade australiana você vê cenas como essa

em toda parte e a todo momento, mas pouca gente percebe e se
dá conta, é como se fosse tudo "normal". Contudo, se você visse
um anúncio destes comos papéis invertidos, daria um bafafá
danado.
Eles não sentem, nem os homens nem as mulheres, o quanto elas andam impondo-se perante os homens não por igualarem-se a eles, o que seria benvindo, mas tentando destruir seus algozes do passado, do tempo do patriarcalismo, ameaçando a masculinidade alheia, obrigando-os a cozinhar, tomar conta das crianças nos fins de semana, dizendo que só sendo muito macho mesmo pra usar cor-de-rosa, e os caras caem como patinhos, além de propagarem que os homens são menos inteligentes do que as mulheres, acabando por torná-los convencidos de que suas mães tinham razão, enquanto os pais já foram embora faz tempo. 

Faz parte da agenda várias imposições das mulheres australianas aos homens, o que tem provocado vários tipos de reações masculinas e femininas, entre elas homens procurando mulheres de outros países, enquanto as nativas não procuram homens no exterior, elas se agarram com elas mesmas. Por falta de homem e porque os consideram todos idiotas, acabam voltando-se para elas próprias, tornando a Austrália talvez um dos lugares onde o percentual de lésbicas é dos maiores do mundo. 

Você não dá dois passos em Sydney sem cruzar com um casal de mulheres, muito mais do que casais de homens, mas é preciso você estar escolado para identificá-las, pois muitos destes "maridos" na realidade são "esposas" e os filhos são adotados. Outro efeito colateral é o absurdo número de mães solteiras, seja por decisão própria, ou por separação precoce mesmo, que fazem questão de criarem seus filhos sem os pais, a quem consideram descartáveis.

Oi, querida, o problema é que isso não é afeto, é
exibicionismo mesmo, grito de socorro, gente, estou
aqui, por favor, me notem, não me desprezem senão
eu me corto, me mato, e a culpa é sua...
Diante de uma cena social destas, você esperaria o que senão filhos querendo trocar de sexo? 

É bem diferente do Brasil, mas vocês sabem, brasileiro adora uma coisa importada, e importa tudo, mesmo que não sirva pra eles. Exportar é que não é com eles, que têm complexo de vira-lata. Veja o tiro que deram no pé da carne...

Nada contra se os transgêneros não provocam a sociedade com suas demonstrações de perversão que, na novilíngua de 1984 significa afeto. O problema na minha concepção é só quando eles tentam impor seus costumes mais torpes aos passantes sem pedirem licença ou respeitarem os direitos dos outros, e muito menos das crianças. Se não fazem isso, está tudo bem, mas sou do partido de que quem quer ver filme pornô vai procurar na internet.

No caso destas crianças transgêneres modernas, o buraco vem mais embaixo. Estas crianças não imporiam suas agendas transgressoras quando fossem adultas porque simplesmente elas se consideram normais e do gênero que escolheram e assim vão lhes parecer, não dando-lhes nem margens para dúvidas, se conseguirem ser tratadas com dignidade em casa, na escola e na novela. No entando, segundo elas próprias denunciam, elas já sofrem discriminação nas escolas primárias porque, de alguma forma, alguém sempre descobre ou desconfia, e não deixa barato.

Neste vídeo uma criança mais corajosa resolve que vai assumir-se como transgênera porque não vai estar a fim de mentir ou esconder pelo resto da vida a sua condição. Vai impor o respeito da sociedade, se tornar ativista e nesse ponto eu dou apoio. Afinal, se ela chegou aonde chegou, tem mais é que assumir de vez e com coragem, e nisso a Rede Globo vai contribuir. Portanto, pegue o seu preconceito e já sabe onde vai colocar, né?

A bolinha colorida
Rede Globo Soberana

O fato da novela da Globo resolver incluir uma criança transgênera em uma novela reflete apenas e mais uma vez as condições atuais da realidade da sociedade contemporânea. 

Nesse ponto a Rede Globo tem sido impecável em reproduzir todas as tendências sociais de cada época e em cada região, através dos trabalhos de autores afinados e extremamente sintonizados com a realidade nacional e até mundial, seja retratando tendências ou influenciando-as a serem levadas à frente, depende da capacidade de cada um em se deixar influenciar ou não, o que tem demonstrado que o brasileiro é muito facilmente influenciável, e isso não tem passado despercebido pela imensa rede nacional monopolizante do mercado e seus observadores estrangeiros de olho nas riquezas nacionais. 

Foi assim que a Rede Globo produziu, apresentou e reprisou a série Anos Rebeldes sobre os caras-pintadas, a fim de estimular o povo a fazer a mesma coisa, e conseguiu seu intento, sem sequer as pessoas desconfiarem que estavam sendo manipuladas também daquela forma a protestarem nas ruas. A contribuição da Rede Globo na formação das futuras gerações brasileiras tem sido importantíssima e não pode ser menosprezada pois seus profissionais têm muita competência. Eles podem não ter moral, mas competência técnica eles têm. Cabe às pessoas saberem como se protegerem do excesso de competência que descamba em tentativas de dominação.

Este texto que recebi então é francamente homofóbico e nazista. 

O que parece um ultraje contra um ataque às suas crianças inocentes, na realidade mascara um bloqueio à remoção dos preconceitos contra os "diferentes", e por diferente incluo aqui os negros, os pobres, os deficientes físicos e até os fora de forma física ou beleza clássica. 

Preconceito é preconceito, e não interessa a quem nem como. Basta um paviozinho pra acender a pólvora e colocar todos em polvorosa, e é nestas horas mais emocionais que a gente o identifica melhor.

Preconceito contra um dá vazão a preconceito contra outro e mais outro, e a cadeia só tende a aumentar enquanto preconceito não der cadeia. Quando executarem todos os diferentes, sobrarão os "iguais", então no meio daqueles "iguais" vai aparecer o preconceito contra os "não perfeitamente iguais" ou "levemente diferentes". 

Começará o preconceito contra narizes arrebitados, pernas arqueadas, cabelos encaracolados, traços imperfeitos, dedão maior do que artelhos, sobrancelhas ligadas, roncadores, pintos-pequenos, e a lista jamais terminará. Quando todo mundo estiver rigorosamente igual, com o mesmo formato físico, mesmo sorriso beócio e mesma beleza facial, haverá preconceito aos pensamentos, às palavras usadas intencionalmente ou por equívoco, à revirada dos olhinhos, uma pinta no queixo... já deu pra pegar aqui, né?

Então, preconceito, melhor nem começar.

Pode-se achar provas de que filhos de gays quase nunca são gays, mesmo tendo sido expostos a pais gays durante toda a a vida e criação deles, além de terem sidos forçados a participarem de encontros gays, festas, reuniões, debates, bailes, tudo gay. Nem se nasce gay e nem se impõe que alguém seja gay, o gay decide por si próprio, consciente ou inconscientemente, ou seja, o ator mirim não vai virar transexual só por causa de um pedaço de papel numa novela.

Um péssimo detalhe do documentário que mencionei acima foram as atividades do tal acampamento das meninas-meninos. A atividade principal foi... um desfile de modas! Existe algo mais fútil e vulgar que represente a personalidade feminina no mundo do que uma passarela de exibicionismo? 

Em minha opinião, não estão respeitando as "meninas-meninos", mas zombando delas, fazendo-as passarem por palhaças. Pois ser mulher não significa ser um bisquí "do lar". 

A mulher tem os mesmos direitos dos homens assim como todas as qualidades consideradas masculinas, quer os preconceituosos queiram ou não. Todas as mulheres têm coragem e são desafiadoras como os homens. Apenas é mais fácil se esconderem atrás da futilidade e muitas se aproveitam disso, enquanto a maioria adora adotar posição subserviente pois isso não lhes exige grandes responsabilidades e nem lutarem pela sobrevivência como provedora da família. Ah, isso quem resolve é meu marido. Tem muito homem que age assim também (ah, isso quem resolve é minha mulher), ou seja, não se trata de gênero, mas de personalidade e caráter, ou falta de.

O Ator Transgênero Mirim

Criança é adulto que não cresceu ainda
Eu quis dizer que, não é porque uma criança vai fazer o papel de transgênera que ela vá se tornar uma, ou vá confundir sua cabeça. Muito pelo contrário, e quanto aos pais que permitem este papel às suas crianças, eu esperaria que fossem pais corajosos e bastante donos da situação para serem capazes de não permitirem suas crianças se influenciarem pela opinião de quem quer que seja, capazes de lhes ensinarem o caminho certo pelas linhas tortas.

Ou seja, tudo o que está escrito na tal nota que recebi, eu sou contra e não apoio, me desculpe.

Respondendo às 3 perguntas:
  1. Criança não é idiota, qualquer pai adulto e maduro sabe que sua criança é apenas um adulto "mignon", que ainda não teve tempo de adquirir experiência de vida, mas já raciocina como adulto desde que falou a primeira palavra
  2. Pais capazes de expor a consciência de seus filhos a tais assuntos são pais adultos e resolvidos, capazes de desafiarem seus filhos a pensarem por si próprios, além de serem ultra-capazes de indicar as direções que eles devem tomar na vida, deixando-lhes claro que papel é papel, um trabalho que enaltece a criança, contribuindo financeiramente com a família, motivo de orgulho
  3. O objetivo da Globo é sempre o mesmo, primeiro retratar a sociedade como ela se encontra contemporaneamente ou não a fim de conquistar audiência, e segundo adiantar a agenda da globalização mundial que, no caso, resolveu quebrar as barreiras das diferenças porque viu como os mercados aumentaram as vendas no mundo, e infelizmente é mais por aí as tais das "linhas tortas"...
Quanto às repostas:
  1. Criança não é burra, pode conviver com gays sabendo exatamente o que cada um é, se não mentirem para elas, porque o maior problema da nossa sociedade planetária tem sido as mentiras, e não o amor, mesmo que não ortodoxo, amor é amor
  2. Taxar os pais dos mini-atores de criminosos é a mesma coisa de nomear o Instituto Lula de entidade criminosa, ou seja, criminoso é quem se atrever a divulgar esta mensagem, criminoso e homofóbico, o que dá vondade de rogar praga desejando-lhes terem um filho ou um neto assim, ah, tu vai ver só
  3. Não é por aí que a Rede Globo perverte a sociedade brasileira, mas infelizmente estas pessoas capazes de divulgar uma coisa destas beiram a imbecilidade tal é a incapacidade delas de enxergarem os problemas muito mais sérios partilhados pela Rede Globo, como o impeachment que viabilizou o golpe e está destruindo o país
Observe que a nota aproveita pra insultar o feminismo e o aborto, de quebra. 

Porque incluir tudo num bolo só? Isso não só mostra a ingenuidade de quem escreveu, mas também seu alto grau de intransigência e inaceitação da realidade, a ignorância fonte de onde nascem os preconceitos. Quem é contra tais coisas, deveria ser submetido a elas pra aprender a respeitá-las. Por exemplo, homem dando pitaco em aborto é o mesmo que mãe solteira querendo ser pai e mãe ao mesmo tempo... 

O feminismo trouxe mais igualdade para a mulher, mas isso só pode ser observado se compararmos com a história dos costumes sociais, coisa que brasileiro em geral não faz, até porque é parte da ignorância dele. Ele até pode ler muito, o que já é uma raridade, por isso o sucesso dos textos curtos das redes sociais, mas isso não quer dizer que leia sobre história, o que é primordial para se entender e valorizar as conquistas da atualidade.

E o aborto é um direito exclusivamente da mulher, com direito à opinião do marido, caso ele esteja interessado e se comprometa. A ninguém mais cabe o direito de julgá-la, nem mesmo ao Espiritismo que é contra a terminação de uma vida e antigamente parecia outro ditador tirano. 

Nos textos mais atuais do Espiritismo, mais sintonizados à época atual, esta condenação já foi reduzia à pena de apenas dar mais trabalho para as equipes espirituais terem que achar "outro lar" para os espíritos a reencarnarem, ou seja, não é mais crime, é só uma chatice.

Pelo direito de decidir. O corpo é meu, tá? Nem casando tu
comprou ele.
Fui procurar imagens de aborto na internet e me deparei com coisas terríveis. Os que condenam o aborto imaginam que aquele bonequinho é um homem. Quem pensa assim? Naquele bonequinho o espírito, que é o homem, ainda nem foi instalado, existe apenas uma ligação do perispírito em formação que diz que aquele carro vai ser dele, digo, corpo. Ele só se instala quando a estrutura do veículo onde ele vai habitar e nutrir está madura o suficiente. Aí é que o homem chega e se instala, perto de cair do pé e sair por aquela portinha para ver o mundo.

É só pedir desculpas aos espíritos, mas não dá, meus amigos, sinto muito, me perdoem, sou uma mulher responsável e isso não era pra acontecer. 

Se aquela pessoa que abortou havia de passar por experiências cruciais para sua evolução espiritual por causa da paternidade, não haverá falta de outras oportunidades de outros acontecimentos ocorrerem em sua vida em substituição, não se tem pra onde correr. Se ela parou a gravidez para não sofrer ou não fazer sofrer seu filho a nascer, mas ela tinha que aprender alguma coisa com aquela experiência, mais tarde outras coisas acontecerão que lhe obrigarão a passar por experiências semelhantes, ou seja, cabe a elas decidirem, mas jamais aos passantes bisbilhoteiros nas calçadas da vida. Calado, shoosh! 

Não deixemos de assistir à gloriosa e brasileira Rede Globo, símbolo de orgulho internacional, por este motivo alegado, e nem mesmo pelos outros motivos. 

Apenas usem o bom senso. Sabe o que é isso?

Assistam como eu, esporadicamente sem vício nem exclusividade, com espírito crítico e inteligência bastante para identificar cada esperteza dos jornalistas paus-mandados de altos salários ou necessidade de emprego, pensando sempre na imensa riqueza de seus proprietários e amigos para os quais a rede é direcionada, a fim de só ser influenciado se quiser, mas principalmente pra ficar sabendo como opera esta rede e todas as demais num país como o Brasil ou todos os demais, exercitando-se no jogo de identificar quais são as mensagens subliminares dos ricos para os pobres, frente a esta poderosa distorção capitalista que tem sido a causa de todas as guerras do mundo, o capitalismo egoísta e não socialista. 

Assista sabendo o que está assistindo, e aí é onde mora o seu desafio: tu és capaz disso? Ah, com certeza não. Então repassa essa mensagem, né? Vai ver que muita gente vai ficar de acordo, exceto os pais de crianças transgêneres, tu no futuro...

E para fechar o assunto, colocar crianças transexuais na telinha da Globo é um avanço da sociedade brasileira, quer os moralistas gostem ou não. O problema não é bem esse, mas ensinar seus filhos a entenderem os motivos do que vão ver na novela da TV, ensiná-los maturidade. Para isso é preciso ter maturidade primeiro, então sugiro um curso de maturidade pela internet que começa lendo a mídia alternativa pra aprender a pensar "fora do quadrado".

Se tu não gostou do texto assim, fala que nem meu amigo jornalista de Brasília, que isso é só opinião, e que não vale nada. 

O que vale é a poderosa e séria mídia bilionária brasileira, pois manda quem pode, e obedece quem tem juízo... e roga essa praga de boicote pra lá, que ninguém tem coragem de fazer mesmo...

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